Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

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O site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é um enorme celeiro de informações. Bom, isso você já sabe desde a seção CVM do pacote Finanças e investimentos pessoais. Pois para escrever sobre negócios o site da autarquia também é imprescindível. Isso porque nele ficam armazenados documentos e mais documentos de divulgação obrigatória pelas empresas de capital aberto. Sabendo onde e como procurá-los, você será capaz de destrinchar a vida financeira de uma empresa. Literalmente.

Então, mãos à obra. Cada empresa possui uma espécie de repositório de documentos no site da CVM. Para chegar lá, vá até a Central de Sistemas e, depois, na área central, procure o link de “Informações sobre Companhias”. Uma página com quatro links abrirá – selecione o primeiro (“Informações periódicas e eventuais (ITR, DFs, Fatos Relevantes, Comunicados ao Mercados, entre outros)”). Você, então, encontrará um espaço onde digitar todo ou parte do nome da empresa em que estiver interessado (pode ser o CNPJ também). Depois de digitar uma dessas informações, clique em continuar e veja os resultados que aparecem.

Eventualmente, a pesquisa pode retornar mais do que uma empresa. Então, preste atenção em algumas sugestões para encontrar exatamente aquela que estiver procurando. Primeira coisa: perceba que à direita do nome da companhia constam informações sobre a situação do registro dela junto à CVM. Estará escrito “Concedido em” ou “Cancelado em” e mais uma data. Normalmente, seu foco estará nas empresas com registro ativo – e isso já elimina os resultados em que houve a indicação “Cancelado em”. Segunda coisa: o número do CNPJ é exibido à esquerda do nome de cada empresa que vier nos resultados. Verifique qual deles bate com o da empresa que estiver buscando. Veja os resultados obtidos quando a busca é pela palavra “bradesco”:

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Ao clicar sobre o nome da empresa do seu interesse, você será encaminhado para a página dela no site da CVM. Uma lista de documentos disponíveis, potencialmente com mais de uma dezena de itens, será exibida. Vamos nos focar nos três mais importantes para quem cobre negócios e empresas: os demonstrativos de resultados, os fatos relevantes e o Formulário de Referência (desça esta página ou clique em um dos três links para ir direto ao detalhamento de cada um dos documentos). No caso do Bradesco, a lista de documentos exibidos é a seguinte (os itens mais relevantes são os assinalados em amarelo):

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Demonstrativos de resultados

Os demonstrativos de resultados serão encontrados em dois lugares diferentes. As empresas precisam apurar sua contabilidade de três em três meses – e os demonstrativos de cada trimestre ficam disponíveis no item “ITR”, sigla para Informações Trimestrais. Quando clicar em “ITR”, você será direcionado a uma nova página com vários ITRs disponíveis, um abaixo do outro. Cada documento se refere ao demonstrativo de resultados de um trimestre específico. Abaixo você verá como é a página de ITRs do Bradesco. Para saber de que trimestre é cada um dos ITRs, procure a informação “Data Encerramento”, que representa a data de encerramento do período em questão. Assim, se você estivesse precisando do demonstrativo de resultados do Bradesco relativo ao primeiro trimestre de 2016, sua escolha seria a terceira caixa exibida nessa página (afinal, a data de encerramento do primeiro trimestre de 2016 é 31 de março). Para ver os dados, basta clicar em “Consulta”.

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Quando se abre um ITR, as informações são carregadas em uma nova página (então, é preciso desabilitar o bloqueio de pop-ups). Os dados do trimestre que você escolheu são sempre exibidos em comparação com os do mesmo trimestre do ano anterior. E atenção: nessa página, há duas caixas na parte superior. Elas permitem que você acesse outras peças contábeis da empresa (como o balanço patrimonial, documento também super relevante). Para ver o demonstrativo de resultados, certifique-se que a caixa do lado direito esteja exibindo “Demonstração do Resultado”. Veja uma parte da demonstração do resultado do Bradesco no 1º trimestre de 2016:

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O outro lugar em que se encontram os demonstrativos de resultados das empresas – naquela mesma lista em que você achou os ITRs – é o item “DFP”, sigla para Demonstrações Financeiras Padronizadas. Ali estão as apurações anuais dos números das empresas. Basta clicar no link. E assim como no caso dos ITRs, a página de DFPs também traz vários documentos, um para cada ano em questão. Do mesmo jeito, você precisará escolher uma das opções levando em conta a “Data Encerramento”. Se quiser o DFP de 2015, por exemplo, será preciso selecionar o quadro com data de encerramento em 31 de dezembro de 2015. Aí, é só clicar em “Consulta” e está feito. A cara do DFP é igual à do ITR – com a diferença que terá os números somados para o ano, sempre comparados com os do ano anterior.

Que tal começar testar as habilidades que você adquiriu até agora sobre os demonstrativos de resultados ? Nos Conceitos essenciais de negócios você aprendeu sobre Receita x Lucro e teve acesso a materiais que detalhavam o significado de cada conta de uma demonstração financeira. Escolha uma ou algumas empresas, procure os documentos no site da CVM e tente fazer algumas análises. Quem cresceu mais? E menos? Quem encolheu? Receita e lucro avançaram no mesmo ritmo? Que despesas aumentaram mais?

Bônus: Uma companhia pode ser uma sociedade por ações com capital aberto, mas ainda não ter papéis negociados na bolsa. Ainda assim, ela tem a obrigação de prestar contas com a CVM. É o caso, por exemplo, de empresas que, mesmo não emitindo ações, captam recursos no mercado usando outros instrumentos. Um exemplo é a telefônica Algar Telecom, de Uberlândia, no interior de Minas Gerais. Ela pertence a uma família, mas mesmo assim precisa publicar suas informações contábeis periodicamente, porque é uma S/A de capital aberto. Se essa for a situação de uma empresa sobre a qual esteja escrevendo, você também poderá encontrar dados valiosos no site da autarquia. Por isso, não deixe de fazer uma busca na Central de Sistemas da CVM sempre que estiver apurando uma reportagem de negócios – mesmo se sua empresa alvo não for ainda listada na BM&FBovespa. Não custa conferir!

Duas partes de um demonstrativo de resultados merecem uma atenção especial: as notas explicativas e o parecer dos auditores. As notas explicativas são um detalhamento adicional dos dados dos balanços e demonstrativos de resultados. Em geral, há uma nota que explica os métodos contábeis utilizados para apurar os números da empresa. Outra esmiúça provisões e contingências – ou seja, valores que a empresa precisou reservar (ou provisionar) para fazer frente a alguma situação especial que pode acontecer no futuro (como uma ação judicial com grande risco de perda). Há ainda uma nota para explicar transações realizadas entre “partes relacionadas” – coisas como empréstimos feitos pela empresa aos seus controladores ou aquisições de imóveis de acionistas pela companhia. É possível encontrá-las tanto nos ITRs quanto nos DFPs. Você precisará selecionar a opção “Notas explicativas” no quadro que fica na parte superior à esquerda de ambos os documentos. Veja o caso do Bradesco:

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Já o parecer dos auditores, como é possível deduzir, existe nos demonstrativos de resultados que são auditados. Os números das companhias de capital aberto são obrigatoriamente auditados – o que significa que são examinados por empresas externas de auditoria, para que sejam conferidas a exatidão e a autenticidade dos documentos antes de serem divulgados para os acionistas e o mercado em geral. O parecer dos auditores, então, nada mais é do que uma opinião expressada por eles com relação à qualidade das informações prestadas pelas empresas

Quando consideram que está tudo OK, os auditores emitem pareceres ditos “limpos”. Usualmente, eles começam assim: “Examinamos as demonstrações contábeis da empresa X, que compreendem o balanço patrimonial, as demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício Y, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas”. No fim do parecer, o subtítulo “Opinião” costuma dizer algo como: “Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da empresa X na data Y, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício, de acordo com as normas internacionais”. Se há algum ponto de atenção, o parecer pode incluir uma “Ênfase” – um parágrafo adicional após a Opinião explicando a questão. Há ainda a possibilidade de um parecer conter uma “Ressalva”, indicando que houve dificuldade para avaliar os números por alguma razão. Os motivos costumam vir explicados em um parágrafo subtitulado “Base para conclusão com ressalva”. Os auditores podem ainda emitir uma “Opinião adversa” sobre os demonstrativos ou até se abster de manifestação. Se há algo diferente, isso pode ser notícia. Como diz o jornalista Fernando Torres, do Valor Econômico, instrutor do curso Investigação de Empresas por meio de Balanços, em um demonstrativo de resultados, o lide pode estar no pé (ou seja, no parecer dos auditores).

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Fatos relevantes

Os fatos relevantes divulgados por uma empresa também são encontrados na sua página dentro do site da CVM. No mesmo lugar onde se acessam os ITRs e os DFPs está a lista de fatos relevantes publicados – é só clicar na opção “Fatos relevantes”. Mas o que são eles, afinal? Segundo o caderno Principais Direitos dos Acionistas Minoritários, produzido pela CVM, são quaisquer atos ou fatos relevantes relacionados aos negócios da companhia, que possam influir na decisão dos investidores de comprar, vender ou manter os papéis emitidos por ela. Via de regra, são considerados fatos relevantes:

  • assinatura de acordo ou contrato de transferência do controle acionário da companhia;
  • celebração, alteração ou rescisão de acordo de acionistas em que a companhia seja parte;
  • autorização para negociação dos papéis da companhia em qualquer mercado, nacional ou estrangeiro;
  • decisão de cancelar o registro da companhia aberta;
  • incorporação, fusão ou cisão envolvendo a companhia ou empresas ligadas;
  • alteração nos direitos e vantagens dos papéis emitidos pela companhia;
  • lucro ou prejuízo da companhia e a atribuição de proventos (como dividendos) em dinheiro;
  • celebração ou extinção de contratos, quando a expectativa de concretização deles for de conhecimento público.

As redações de negócios costumam acompanhar diariamente a divulgação de fatos relevantes feitas pelas empresas de maior interesse jornalístico. Na verdade, em muitos veículos, isso é monitorado minuto a minuto. Como é inviável manter uma página aberta para cada empresa que um jornalista cobre, pode ser mais fácil acessar os fatos relevantes por outro caminho. Na Central de Sistemas do site da CVM, procure pelo link “Informações sobre Companhias”, no centro da página. Acesse e depois clique em “Fatos relevantes a partir de 03/02/2003”. Escolha “Listagem por Data” e pronto. Você passará a ver todos os fatos relevantes divulgados por todas as companhias no dia em uma única página, que tem essa cara:

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Bônus: Há empresas que oferecem feeds RSS para facilitar a vida de quem quer acompanhar as suas publicações – inclusive de fatos relevantes. Você pode utilizá-los para não deixar passar batidos dados importantes sobre as companhias que cobre. Alguns exemplos são o Bradesco, a Ultrapar e o ABC Brasil. Aproveite esse recurso nos seus leitores preferidos de RSS ou prepare um alerta usando o IFTTT (a seção ED: Raspagem de Dados explica direitinho como fazer).

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Formulário de Referência

Se você tiver que escolher um único documento para se informar sobre uma empresa, não pense duas vezes. Opte pelo Formulário de Referência. Esse documento é considerado o principal elo entre as empresas e seus públicos alvos, pois reúne uma série de informações importantes para que se possa compreender e avaliar uma companhia. O Formulário de Referência foi instaurado em 2010 e contempla dados como:

  • identificação dos responsáveis pelo seu conteúdo;
  • nomes dos auditores;
  • informações financeiras;
  • descrição dos principais fatores de risco a que a empresa está sujeita;
  • histórico da empresa e descrição de suas atividades (segmentos operacionais e produtos e serviços, por exemplo);
  • descrição do grupo econômico em que está inserida;
  • investimentos relevantes;
  • comentários dos diretores sobre diversos aspectos (endividamento da empresa, fontes de financiamento, projeções, por exemplo);
  • remuneração da administração;
  • descrição dos valores mobiliários emitidos (ações e debêntures, por exemplo)

O Formulário de Referência fica disponível na mesma página onde se encontram os ITRs, os DFPs e os fatos relevantes. Relembrando o caminho: Central de Sistemas > “Informações sobre Companhias” > “Informações periódicas e eventuais (ITR, DFs, Fatos Relevantes, Comunicados ao Mercados, entre outros)” > Digitar o nome da empresa > “Continuar” > “Formulário de Referência”. Uma nova versão desse documento precisa ser publicada anualmente, até cinco meses depois de encerrado o ano anterior. Além disso, a edição do ano também pode ser atualizada nos meses seguintes, caso alguma informação fundamental sofra alteração no meio do caminho. É por isso que ao abrir a seção de Formulários de Referência de uma empresa, você provavelmente encontrará várias versões disponíveis. A que estiver valendo no momento será indicada pela inscrição “Ativo”. Veja o exemplo do Bradesco:

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Para acessar o Formulário de Referência ativo, clique em “Consulta”. Se, por alguma razão, você quiser ver as versões anteriores (“Inativos”), isso também é possível – também basta clicar em “Consulta” naquele que desejar. Isso pode ser importante se seu objetivo for traçar uma série histórica mais longa de algum dado, por exemplo.

A navegação no Formulário de Referência também se dá por meio de dois quadros, com várias opções em cada um, ambos localizados na parte superior do documento. Para cada opção selecionada no quadro à esquerda, várias novas opções são carregadas no quadro à direita. Se escolho o item 3 no quadro à esquerda (“Informações Financeiras Selecionadas”), por exemplo, nove itens surgem no quadro à direita – como “Distribuição de Dividendos” ou “Nível de Endividamento”. Dê uma olhada no Formulário de Referência do Bradesco relativo a 2016:

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São tantos dados disponíveis que selecionamos alguns abaixo que podem render levantamentos interessantes para suas reportagens:

    • Informações Financeiras Selecionadas: No Formulário de Referência, as empresas precisam divulgar um resumo dos dados presentes nos seus balanços patrimoniais e demonstrativos de resultados. Assim, se você tiver pouco tempo ou precisar de um volume limitado de informações a esse respeito, pode ser mais produtivo acessar apenas esse documento (no lugar dos outros dois). No quadro à esquerda, escolha “Informações Financeiras Selecionadas” (item 3) e no quadro à direita vá até “Informações Financeiras” (item 3.1). Você pode obter também dados sobre as distribuições de dividendos feitas pela empresa nos últimos três anos escolhendo “Distribuição de Dividendos” (item 3.5) no quadro da direita. Outra informação interessante está no item 3.7 do quadro da direita, sobre o “Nível de Endividamento” da empresa. Com esses dados descritos assim, de maneira uniformizada, fica mais fácil fazer comparações entre os resultados de empresas diferentes.
    • Fatores de risco: No item 4 do quadro à esquerda, são descritas características e situações da empresa e do seu setor de atuação que representam potenciais riscos – e que, por isso, podem afetar a decisão de um investidor de apostar (ou não) na companhia. Uma informação muito interessante que fica disponível nessa seção são os processos judiciais em que a empresa (ou seus diretores) está envolvida. Os processos não sigilosos considerados relevantes são detalhados. Constam desde o número do processo e a instância em que ele corre até os valores disputados. Com essas informações, é possível acompanhar o desenrolar de cada ação, por exemplo. Ou fazer comparações – o valor dos processos relevantes corresponde a quanto da receita da empresa, por exemplo? No quadro da direita, explore itens como “Processos não sigilosos relevantes” (4.3), “Processos não sigilosos – Adm/Contr/Invest” (4.4) e “Processos sigilosos relevantes” (4.5).
    • Atividades do emissor: Nesta seção do Formulário de Referência (item 7 do quadro à esquerda) são detalhadas as características do negócio – os principais produtos ou serviços oferecidos, os segmentos de atuação da empresa, eventuais receitas obtidas no exterior, e por aí vai. Um item interessante a observar (número 7.4 do quadro à direita) é o de “Principais clientes”. Se a empresa possuir clientes que respondam por mais de 10% da sua receita líquida, isso precisa estar descrito nessa seção. A razão é uma só: quanto mais concentrada for a carteira de clientes de uma empresa, maior será o impacto sobre os seus resultados caso um desses clientes decida passar a comprar de um concorrente. Com base nesse item do documento, você pode comparar empresas de um mesmo setor, por exemplo, para entender quais estão mais ou menos vulneráveis a esse risco.
    • Projeções: Um informação que interessa demais nas reportagens de negócios são as projeções para os resultados de uma empresa – ou seja, é bacana saber quanto uma companhia faturou no ano passado, mas é ainda mais instigante estimar quanto ela acredita que vá faturar no ano que vem. Nem todas as empresas divulgam projeções para suas operações, mas as que o fazem detalham os números no item “Projeções” (número 11 do quadro à esquerda).
    • Remuneração dos administradores: As empresas precisam informar, no Formulário de Referência, o valor do maior e do menor salário na diretoria e no Conselho de Administração, além dos valores médios e do valor global pago aos seus administradores. (Atenção: contrariadas, algumas recorrerem a uma liminar obtida na Justiça pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Rio de Janeiro para não serem obrigadas a divulgar esses números.) Esse é um assunto que SEMPRE desperta interesse. Que tal, então, comparar o ritmo de avanço dos salários do alto escalão com os resultados financeiros obtidos pelas empresas de um determinado setor? Ou verificar como ficou a remuneração dos administradores durante um período de crise econômica? Ou comparar isso com o desempenho das ações no mercado? Para encontrar esses dados, selecione “Remuneração dos Administradores” no quadro à esquerda (item 13) e “Remuneração total por órgão” (item 13.2) ou “Remuneração máx, mín e média” (item 13.11) no quadro à direita.
    • Controle e grupo econômico: No item 15 do quadro à esquerda é possível obter dados sobre quem são, efetivamente, os donos da empresa – ou seus acionistas. Em “Posição acionária” (item 15.1 do quadro da direita) estão nomeados os acionistas que possuem mais de 5% das ações da empresa. O item 15.3 (“Distribuição de capital”) também é interessante, pois ali é possível saber o número de acionistas – tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas – que a empresa contabilizava na data da sua última assembleia de acionistas.

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